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Saturday, June 28, 2014

BOB DEAN -- Conferência de LA – Alerta e Atento 19 de Setembro de 2009

stock photo : Portuguese flag butterfly, isolated on white background




Camelot logoBob Dean
Project Camelot Conferência de LA – Alerta e Atento
19 de Setembro de 2009



Apresentação efectuada por Jordan Maxwell: 

JORDAN MAXWELL (JM):
 Estamos muito felizes por ter Robert –Bob – Dean connosco, pois realmente Bob Dean é uma inspiração para todos.

Bob Dean, quer saibam ou não, desapareceu da cena durante algum tempo e não foi visto em muitas conferências, nem em muitos programas da rádio. Recentemente falei com ele e confidenciou-me que não estava no activo porque tinha feito muitas palestras.

Senti o mesmo, porque também abrandei, desde o 9/11. Fiquei muito desencantado com o país em que vivo desde o 9/11, mas, para mim, ver o regresso de Bob Dean ao circuito das palestras foi uma fonte de inspiração.

Estou muito inspirado ao ver a decisão do meu querido amigo Robert Dean de regressar e começar de novo, a falar connosco, porque acredito no que ele tem para nos dizer, e só a sua presença, a sua pessoa, é suficiente para inspirar muitos. Então, esta é a razão porque pedi se podia ter o prazer de anunciar o meu querido amigo Robert Dean, a quem chamo Bob.

Então, estará aqui dentro de momentos, se vocês ocuparem os vossos lugares.

Robert Dean e eu recuamos uns anos. Recuamos a Mesa, no Arizona, recuamos ao princípio da década dos anos ’90, onde encontrei, pela primeira vez,  Bob Dean numa conferência. Era um dos oradores e com um excelente desempenho.

Fiquei muito impressionado com Bob Dean, que me convidou para jantar. Eu estava nervoso por  estar na companhia de uma pessoa que admirava – mas ele pôs-me muito à vontade e foi muito fácil tornarmo-nos amigos.







Assim, fui inspirado por Bob Dean ao longo dos anos. Falamos recentemente e como referi, ele disse-me que decidiu tornar a falar outra vez em público, o que realmente me inspirou a fazer o mesmo.

[aplausos/gritos/assobios]

Havia muita coisa para contar que tenho tido literalmente receio de dizer em público. O regime de Bush assustou-me, aterrorizou-me e se soubessem exactamente o que está a acontecer sob o regime de Bush, vocês também ficariam aterrorizados. O que temos agora não é muito melhor.

Então agora, o próximo orador é Bob Dean [4:02 -  Bob Dean e Bill Ryan podem ser ouvidos a discutir pormenores técnicos como pano de fundo].Ele foi uma inspiração para mim. Agora está de regresso ao circuito das palestras.

 Quase todos os oradores desta conferência irão dizer que não é fácil, falar como Bob e eu.  Fazer este tipo de trabalho traz muitas desvantagens.

Por vezes é [inaudível] e custa bastante. Custa muitos relacionamentos, porque você está na estrada muito tempo e não é fácil falar para uma [imperceptível] audiência, creiam-me.

Existem alguns prós ao ser orador, mas existem algumas vantagens e coisas boas que se obtêm pelo facto de discursar.

Uma delas é que encontramos pessoas muito interessantes e fascinantes, tornamo-nos amigos de pessoas encantadoras e decentes e Bob Dean é um dos melhores homens que já conheci.

Quero apresentar Bob não só como um amigo querido, mas também como alguém que não só me impressionou, como também me inspirou. Como vos disse antes, agora estou a dizer isto para benefício dele, para ele ouvir.

Pois regressou ao circuito das palestras e começou outra vez a discursar connosco – penso que seria uma grande perda se não o fizesse – e fui inspirado por ele a regressar novamente aos discursos [aplausos].

Por isso, sem mais delongas, o orador que estou a apresentar, que amo e admiro,  que é um homem fascinante -  e iria sugerir que o escutassem com muita atenção, porque ele tem muito para contar e tem conhecimento em primeira mão:

Robert – Bob – Dean

 [aplausos/ gritos/ assobios – Bob abraça Jordan ao chegar ao palco.]

 BOB DEAN (BD): O cheque já foi enviado pelo correio, Jordan.

JM: Desde que não seja devolvido, é o principal.

BD: Não vai ser devolvido.

JM: OK. 

BD: Obrigado.

 Apresentação efectuada por Bob Dean: 

BD: Estava no fundo da sala e não me apercebi do que foi dito. Bill Ryan estava a chegar com o projector, portanto tive de me apressar a ir ao meu gabinete e trazer os slides [risos], Assim, trouxe algumas imagens para vos mostrar, que penso que  podem ser interessantes para vós. [aplausos].

Quero dizer que é uma honra ser introduzido por alguém como Jordan. É um dos principais intelectuais da nossa época, respeito-o muito e, como ele disse,  somos amigos de longa data, desde há muito.

Também quero dizer uma palavra ou duas sobre um jovem que esteve aqui neste pódium antes de mim. Rich Dolan (Richard Dolan) é muito especial. Provavelmente é um dos principais historiadores do nosso tempo, e recomendo-vos vivamente – não só comprem e leiam o seu primeiro volume, como também adquiram o segundo, porque estou ansiosamente à espera do Volume Três.

Este jovem puxou a capa deste encobrimento e o escândalo que estamos a viver ao longo dos últimos 60 ou 70 anos. Admiro-o e respeito-o muito.

Conheço-o há algum tempo e sinto-me tão motivado por jovens como ele que estão a aderir e a ir para a frente com este programa, porque tenho a certeza que todos sabem, que sou um membro da velha guarda e que estamos literalmente a diminuir a cada dia. Não se passa uma semana ou um mês, que um dos velhos veteranos não desapareça.

Eles não partem… eles atravessam. Agora estão em Casa, mas sinto saudades deles, e estou agradecido ao ver que os jovens estão a chegar para preencher o lugar deles.

Também me sinto grato por olhar e ver-vos, rapaziada, porque sois a razão de eu estar aqui. Já não falo em público. Não acho conveniente. Detesto viajar de avião.

Regressei de Espanha até aqui (a Los Angeles), no fim de Julho e tive de estar de cama durante uma semana. [risos].

Depois caminhei no Aeroporto Kennedy e senti-me ultrajado quando olhei ao meu redor em Kennedy. É uma desgraça nacional. Quero dizer, está sujo, o mobiliário partido, o serviço demorado, as salas de espera cheiram mal e muitas estão fechadas. É terrível caminhar no aeroporto Kennedy e ter estado no aeroproto de Barcelona, ver tudo novo e moderno e...

Oh, meu Deus! Aqueles Espanhois são realmente uma coisa! Realizaram um conferência em Barcelona, na semana passada, em Julho, que foi assombrosa. Apareceram 1.500 pessoas e tiveram de permanecer de pé.

Foi uma conferência excelente e senti-me orgulhoso de ter sido convidado, juntamente com Steven Greer, Steven Bassett, que mencionarei brevemente e em poucos minutos. Sinto-me agradecido aos espanhois – são excelentes, muito iluminados e muito interessados neste assunto.

Como muitos de vós, pois tenho a certeza que sabem, este assunto é o meu assunto favorito há cerca de vinte anos. Tenho estado nesta viagem há 45 anos, mas tenho falado em público durante os últimos 20 anos.

Falo clara e abertamente. Quebro o Juramento da Segurança Nacional de cada vez que abro a boca, [aplausos] e tenho planos para violar o meu Juramento de Segurança Nacional esta noite. [aplausos/gritos]

Mas digo de novo, um agradecimento especial a todos, pois não estaria aqui se não fossem vocês. Estou tão motivado pelas pessoas que encontrei nestas conferências, porque não são só mentes abertas, mas também são iluminados e estão entusiasmados, pois penso que aprenderam, como eu, que este assunto é, na minha opinião, o maior conto da História da Humanidade, pois é o conto da História Humana.

Rapazes, não estamos, nem nunca estivemos sós. Somos membros de um Universo infinito cheio de vida inteligente infinita. Tivemos um interrelacionamento íntimo com várias inteligências extraterrestres avançadas, durante, pelo menos 10.000 anos.

A evidência é completamente assombrosa que, pelo menos um, ou talvez dois desses grupos diferentes tenham a ver com a engenharia do genoma humano há cerca de 100.000 anos. Essa evidência é literalmente espantosa.

Agora vamos tocar outros assuntos e quero que compreendam, que cheguei a um ponto da minha vida em que quase sinto simpatia pelo governo ter mantido este assunto encoberto.

Eles não sabem como levantar a tampa e expôr  este assunto. Não sabem como tirar a tampa a esta Caixa de Pandora, porque quando levantam apenas um bocadinho – buum – a coisa está quase prestes a sair e ninguém no governo está preparado para fazê-lo, pois este conto é demasiado grande.

Sei que muitos de vós – provavelmente a maioria – são conhecedores do Relato Brookings. A NASA fez um contracto com o Instituto Brookings no final dos anos ’50, e o ponto básico é apenas este: Tentem perceber – O que deveríamos fazer se, no futuro, encontrássemos seres extraterrestres de inteligência avançada?

Trabalharam essa questão durante três anos, publicaram-na em 1961, entregaram o Relato ao Congresso também em 1961, e concluiram que, como resultado deste estudo, se realmente contactássemos inteligências extraterrestres avançadas, provavelmente seria boa ideia mantermos a boca fechada e não contar às massas.

Margaret Mead fazia parte da comissão, e tinha tido experiências  no Pacífico Sul, com sociedades primitivas que tinham sido confrontadas com culturas avançadas, e essas sociedades primitivas definharam e morreram. A conclusão do estudo Brookings foi que, se na verdade encontrássemos seres extraterrestres de inteligência avançada, provavelmente não devíamos dizer às massas, pois a nível sociológico, teológico e cientifico, seria um desastre terrível.

Assim, publicaram este estudo que se tornou a política nacional. É uma das razões principais, pelo motivo que a tampa foi mantida tão apertada sobre este assunto, durante tanto tempo.

Como disse, não é apenas por sermos visitados por tipos de outros planetas. Não é simplesmente por estarmos a ser visitados por tipos de outros sistemas estelares, nem por estarmos a ser visitados por seres de outras galáxias. Meu Deus! Esses foram todos dados.

Também sabiam – e sabiam quando me reformei em 1976 – que estávamos a ser visitados por seres de outras dimensões. Eles chegam, visivelmente, através de portais. Esses seres extraterrestres criam portais, chegam e vão para outras dimensões. As sociedades mais avançadas que encontramos são multidimensionais.

Não admira que os nossos antepassados tivessem divinizado esses seres há 10.000 anos. Penso que hoje há pessoas que os considerariam deuses, se tivessem de os confrontar, se vissem o que eles podem fazer, se compreendessem donde eles vêm e quais são as suas capacidades. Iriam pensar que seriam quase deuses por terem essa tecnologia.

Por isso, ao longo dos anos cheguei à conclusão que quase comecei a ter paciência e a tolerar as mentiras do governo – mas não demasiado. [risos] Não demasiado. Estou tão chateado com as mentiras do governo, que nem sei mesmo por onde começar. [aplausos/assobios]. Vocês também, hã!?

Na semana passada, estive na conferência de Bay Area e algumas pessoas perguntaram: O que é que aprendemos no último ano desde que você esteve aqui?

Respondi: Bem, soubemos que o povo Americano elegeu um  Presidente negro.

Não é impressionante? Quem é que alguma vez ensinou que o povo Americano podia eleger um Presidente negro?

Oiçam, rapazes, eu sou do século passado; isto para mim é dinamite. O meu coração vai para esse menino, porque é simpático, bem apessoado e brilhante, e desejo-lhe todo o bem. Desejo que ele possa tirar a tampa; mas ele tem tanto – mesmo tanto – para aviar.

Mas não vai divulgar este assunto em breve, porque não está preparado. Penso mesmo que nem sequer foi informado do que se trata.  

Vocês conhecem todos o conto do que aconteceu a Jimmy Carter, que prometeu a todos que se fosse eleito, ia libertar toda a informação sobre os UFOs/OVNIs?

Ele foi para Washington e foi informado pela CIA. Saiu desse encontro com lágrimas nos olhos. Aparentemente o Director dos Serviços Secretos Centrais disse: Sr. Presidente, o senhor não têm uma patente suficientemente alta para ter acesso a todo este material.

Vocês podem acreditar nisto? O Director dos Serviços Secretos Centrais dizer: O Senhor, também não tem necessidade de saber.

E o pobrezito do Jimmy apenas… murchou e, o resultado foi que nunca disse Boo sobre nada durante os quatro anos do seu mandato. As promessas foram por água abaixo.

Quem era o Director dos Serviços Secretos Centrais (CIA)? Um fulano que se chamava George Herbert Walker Bush. 

Agora estamos a juntar as peças do quebra-cabeças que está a começar a formar-se. Quem é que está sentado no cimo desse encobrimento? [suspiros] Oh, meu!

Quero partilhar agora uma coisa convosco. Os rapazes em Espanha perguntaram-me continuamente: Quando é que a Divulgação vai acontecer? Meu Deus! Já passaram tantos anos. Esperamos que o governo dos Estados Unidos exponha esse assunto. Quando é que vai fazê-lo?

Respondi: Rapazes, [não] sustenham a respiração. Não vai acontecer em breve, porque é um conto demasiado grande.

E então, claro, Greer e Bassett estavam lá na conferência, e... Bem, deixem-me contar-vos uma parábola nesta altura. Chama-se Os três Stevens e o Apocalipse. [risos]

Isto tem cariz religioso, não é verdade? - Os três Stevens e o Apocalipse. 

Agora quero referir esta palavra apocalipse, porque é outra palavra que me tira do sério. Fico espantado com o número de pessoas que faz um uso errado dessa palavra.

A maior parte dos meus amigos fundamentalistas – e tenho poucos, mas ainda continuamos a falar sobre os Quatro Cavaleiros do Apocalipse. Oh, meu Deus, estamos condenados, vocês sabem, a Guerra, a Fome, as Pragas, a Peste – os Quatro Cavaleiros estão a cavalgar.

Por amor de Deus! Os Quatro Cavaleiros têm estado a cavalgar há 10.000 anos! [risos] Mas muitos não compreendem o significado da palavra apocalipse. É uma palavra grega com vários significados: a revelação, a exposição e a divulgação. De quê? Da verdade.

E vocês estão a viver no meio do apocalipse. Estão a vivê-lo nos últimos 10 a 20 anos e vão vivê-lo por outros 20 ou 30 anos. A revelação, a exposição e a divulgação estão a acontecer, enquanto vocês estão aqui sentados e enquanto respiram. Está a acontecer agora.

Mas entrei nessa pequena confusão com Greer e Bassett. Respeito ambos. São gente boa. Conheço Steven Greer há anos.

Eles continuam a martelar. Têm essas conferências em Washington e continuam a estimular o Congresso e o Governo: Vocês têm de ter uma comissão, têm de revelar este material, têm de dizer ao povo Americano a verdade, e blá-blá-blá.

E o governo… perdoem-me, mas eles dão-lhes o dedo mindinho, sabem? No ar? Desculpem-me, senhoras. Lamento. Isto é muito grosseiro, mas o Governo faz isso ao Greer e ao Bassett, e eles vão-se embora e dizem: Bem, talvez na próxima semana, talvez no próximo mês. Oh, uma nova administração, Oh, temos o Podesta, que trabalhou com Clinton. Tivemos o Panetta, que trabalhou para o Clinton, e temos um Presidente jovem que, creio, é honesto e transparente e que nos vai dizer a verdade.

Disse a Bassett e a Greer. Não suspendam a respiração, amigos. Isso não vai acontecer. O novo Presidente não vai colocar esse assunto no vosso prato, não vai, se puder evitá-lo, porque não vai ter toda a história precisamente agora. Tem tantos assuntos empilhados à saída da Sala Oval, que mal pode entrar e sair... e vocês todos sabem o conto sobre este assunto.

Agora, quem é o outro Steven? Ah! Um jovem em Hollywood – Spielberg. Então como é que se encaixa nesta coisa?

Bem, quando me interrogaram sobre a Divulgação: Vai acontecer? E respondi: Não/sim, sim/não, não/sim.  E todos diziam: “De que raio é que ele está a falar?”

A Divulgação esteve a caminho durante algum tempo. Steven Spielberg fez alguns filmes. Fez o E.T., e penso que a maioria provavelmente o viu. Essa Divulgação foi para as crianças.

Produziu outro chamado CloseEncounters of the Third Kind, e esse foi para os rapazes maiores. E depois fez uma série televisiva denominada Taken, que foi dinamite.

Dizem-me – obtive isto de fontes em que confio – que tem dois programas separados em espera: outro filme e talvez,  outra série televisiva na qual está a trabalhar que, felizmente, vai chegar nos próximos anos. Era giro, era uma história de crianças. E penso que não houve nenhum de vós que não tivesse ficado comovido com a cena final dos Close Encounters of the Third Kind = Encontros Imediatos do Terceiro Grau, quando os rapazes entraram para dentro da nave e aí foram eles.

E depois Taken, que penso, que durou um  certo número de semanas. Não me recordo do número de episódios que o constituíam.

VOZ DA PLATEIA: Vinte.

BOB: Vinte? Meu Deus, sim. Bem, isso era um programa prioritário. Era poderoso, bem escrito e era dinamite. Tinha tanto material secreto... mas a maior parte das pessoas, penso que jamais perceberam que estavam a ver material secreto/classificado.

Depois houve outro fulano de Hollywood que conheci. Há vários anos, tive a honra de ser convidado para ser o orador da Conferência Regional de Mensa, no Condado de Orange. Estava muito agradecido por ter sido convidado e fui  falar à multidão de Mensa.

O convidado de honra dessa conferência  regional era um cavalheiro chamado Chris Carter. Era o produtor e director dos X-Files = Ficheiros Secretos, como muitos sabem.

Depois das apresentações e das bebidas, vocês sabem, puxei-o de lado e estavamos de pé a tomar umas bebidas – sumo de fruta, claro. [risos]Disse-lhe: Chris, tem de se colocar ao meu nível.

Disse-lhe: Tenho visto o seu programa há um certo tempo. Penso que durou cerca de seis anos – e disse-lhe: É impressionante.Algumas das suas história são dinamite, outras não valem nada, mas é uma série muito decente.

Mas, disse-lhe, gostava de lhe perguntar algo. Há três incidentes, três episódios dos seus X-Files que são segredos do governo e são altamente secretos/classificados.

Estive dentro, sabia que esses assuntos eram secretos e agora estão a ser expostos. Estou a vê-los nos X-Files, valha-me Deus. 

E disse-lhe: Como é que consegue fazer isso?

Ele respondeu:  Oh, consegui bons escritores.

Retorqui: Tretas. Disparates. Conversa da treta, sabe? O que é feito dos meus antepassados...? Balderdash = Conversa sem sentido. [risos]

Então argumentei: Não vai dizer-me que os seus  escritores chegaram com material secreto que tinham dramatizado, que é verdadeiro e que ainda é secreto. 

Olhou à volta fez um sorriso tímido e disse: Bem, sim, tivemos algumas ideias de várias fontes para elaborar estas histórias.

Perguntei: Onde?

Ele respondeu: Bem, você sabe. Realmente não posso dizer, mas tivemos algumas ideias avançadas de várias pessoas.

Rebati: Bem, está certo, e referi-lhe esses três casos particulares que eram secretos e que ainda são secretos.

E tudo o que ele fez foi olhar para mim timidamente e dizer: Você ainda não viu nada. Mantenha-se em sintonia. E a série continuou durante mais dois anos.

Mas, de novo, o que vos queria dizer é no que Spielberg, Chris Carter e os directores e escritores das séries Stargate e Star Treck estavam envolvidos...

De tempos a tempos, pequenos pedaços e partes do material que não eram ficção, foram injectados na narrativa.

Não são ficção científica, são factos científicos. Mas foram introduzidos de tal maneira que vocês não se aperceberam – não os reconhecem. Eles alcançam-vos  a  nível subliminal.

Embora vos diga que a Divulgação não vai acontecer, e depois diga que a Divulgação está a acontecer agora, neste último caso, estou a referir-me ao programa educativo subliminal que está a caminho e ao qual estão sujeitos. Vocês estão a obter a exposição, a revelação e a Divulgação de maneira tão subtil, que nem mesmo conseguem reconhecer.

E vão ter mais porque, visivelmente,  o programa é muito bem sucedido e os rapazes que estão a produzi-lo estão muito satisfeitos com as vossas respostas. Irão ter mais histórias tão extraordinários que dirão: Meu Deus, isso não podia acontecer. Mas, bom Deus! – está mesmo a acontecer.

Ben Rich, antes de se aposentar da Lockheed Martin, proferiu alguns comentários para um certo número de pessoas, aqui na Califórnia – nós estamos na Califórnia – desculpem, eu sou do Arizona. Assei a minha cabaça nos últimos seis a oito meses em Phoenix e, por vezes, esqueço-me [risos].

Esse programa está a acontecer, é subtil, é contínuo, e é a educação subliminal; está a afectar-vos – está a afectar toda a gente e vão ver mais desse assunto.

Fizeram-no na série Stargate. Fizeram-no na série Star Treck – Kirk, Jean Luc Piccard e o resto deles na Enterprise. Inserem pequenos pedaços e partes, de tempo a tempo, e vocês pensam: Ooo, não é emocionante? Não é uma saída?

Rapazes, Não é uma saída. Ben Rich disse, antes de reformar-se – disse: Estamos 100 anos adiantados em relação à ciência oficial.

É um fulano que tinha direito a saber e tinha necessidade de saber e estava dentro do programa. Estamos com 100 anos de avanço em relação à ciência oficial – a matéria que normalmente é compreendida pelos rapazes nas universidades, vocês sabem, nas ruas... Rich diz que são 100 anos de avanço sobre ela.

E disse: Sabem, podíamos levar o E.T, para casa. O filme saiu  cerca dessa altura e vocês conhecem a história. O pequeno homenzinho diz: E.T. vai para casa, E.T. quer ir para casa. Rich diz: Nós podemos levar o E.T. para casa.

Ben Rich está morto há dez anos, por amor de Deus!

Conheci outro cientista da Lockheed Martin que já faleceu, um tipo cujo nome era David Froning, que trabalhou na **Lockheed Martin durante 30 anos. Convidei David a falar numa conferência, em Phoenix, há alguns anos.

Wendelle Stevens e eu elaboramos um programa e tivemos a colaboração de Froning. (NdT:** A Lockheed Corporation foi uma companhia norte-americana aeroespacial, fundada em 1932 pelos irmãos Allan e Malcolm Loughhead, quatro anos depois de sua antecessora ter falido. As matrizes da companhia estavam em Bethesda. A companhia construiu aviões comerciais e militares.Em 1995 a companhia fundiu-se com Martin Marietta, surgindo, assim, a Lockheed Martin.)

Sabíamos que era brilhante e sabíamos que estava por dentro da pesquisa da Lockheed Martin  há muito tempo. Conseguimos que David aderisse e falasse na nossa conferência de Phoenix. Esteve a erguer-se durante anos – agora David foi para Casa. Estava a erguer-se e partilhou algo connosco.

Froning disse: Você sabe, Bob, estou reformado há dez anos. Antes estava na Divisão dos Sistemas Avançados da Lockheed Martin e estavamos a lidar com algo que chamávamos campo de propulsão modificado – campo variável.

Claro que começou a baralhar-me imediatamente. Eu não sabia do que é que ele estava a falar.

Conversão da materia/antimatéria. Campo exótico de tensão. Wormholes=Buracos de Minhoca.

Ele disse: Irei modificar o espaço/tempo. Temos o vôo transluminal há mais de 30 anos.

Tive de interrompê-lo novamente: Espere. Voo Transluminal, Hiperluminal? Você está dizendo mais rápido que a luz, pelo amor de Deus.  

Sim, disse, fazemo-lo há 30 anos. Isso foi proferido por David Froning que passou a maior parte da vida a trabalhar como engenheiro de sistemas avançados da Lockheed Martin.

Então, pegamos no material de Ben Rich e alguém disse a Rich: Que diabo de assunto está a referir?

Ele dirigiu-se ao quadro negro – o seu grande [inaudível] para a reforma, em minha opinião, foi um dos maiores hangares de lá – e escreveu: Oportunidades Não Financiadas.

De que diabo é que está a falar? perguntei. 

Ele pega no giz e rodeia com círculos as letras U, F e O, e então deixou o palco e foi embora, e toda a platéia pensava: Meu Deus! O quê? Endoideceu. Oportunidades Não Financiadas (UnFunded Oportunities), U-F-O (O-V-N-I)?

O que estava a deduzir e a dizer directamente: Sim, temos a tecnologia de engenharia reversa das naves extraterrestres e deu certo, funciona. Podemos levar o E.T. para casa!

Ora, uma das razões que me deixa tão irritado… Perdoem-me, estou a ficar velho, já não tenho a paciência que costumava ter.

Estão a dizer por ai que estou a tornar-me um velho muito chato [risos]. Cínico, sabem? Mal-humorado. Bom, não é inteiramente verdade. Gosto de pensar, como Henry Higgens disse uma vez, que tenho muito pouca bondade humana nas veias!

Mas, não posso aguentar. Acho que estou a ficar um pouco mal-humorado com a idade. 

Amigos, estou a ficar irritado. Realmente estou a ficar cada dia mais irritado com a mentira com que vos bombardeiam diariamente, a vós e a 300 milhões de outros americanos, quando vos enganam a ponto de vos fazer uma lavagem cerebral. Eles cegam-vos  e mentem descaradamente sobre este assunto.

Tenho uma lista… Designo-a como a Lista da Irritação [risos]. Sabem, quando envelhecemos e nos reformamos temos de passar o tempo a fazer qualquer coisa [risos], Então, criei essa lista. 

No topo desta lista estão os políticos [risos]. E digo repetidamente que vocês tem o melhor congresso que o dinheiro pode comprar. Aquele bando de palhaços em Washington que se consideram e se auto-denominam congressistas – deveríamos  construír prisões especiais para eles.

Estou a falar a sério [risos]. Acho que cerca de metade deles deveriam ser submetidos a julgamento e mandados para a prisão durante dez anos, porque são um bando de  ladrões malditos [aplausos].

Eles não só molestam crianças… vejam, o Governador da Carolina do Norte? Da Carolina do Sul? – Que escândalo – o caso amoroso dele está na Argentina. Que se dane a esposa e os filhos, o caso amoroso dele está na Argentina.

Também temos congressistas que são culpados da mesma coisa. Alguns são gays, e não estou a discriminá-los por serem gays. Discrimino-os por que mentem a este respeito.

Portanto, digo-vos: temos lá um monte de palhaços. O que foi o que Will Rogers  disse: O maior programa mundial, permanente e duradouro, que se auto-alimenta de mentirosos e aldrabões é o  Congresso dos USA – e Will já se foi há muito, muito tempo.

Fico muito indignado. Desabafo quando venho falar para pessoas como vós e vou  dizer-vos algo: Nas próximas eleições para o Congresso e para a  Presidência, pensem cuidadosamente quais os palhaços que querem tirar de Washington. Quero dizer que os analisem cuidadosamente. pois deveriam estar a representar os cidadãos e não estão a fazer um bom trabalho.

OK, desculpem. Tenho uma certa tendência a divagar, mas ainda tenho muito para falar [suspira]. 

Ah sim, uma que está no topo da lista é a NASA. Já ouviram falar deles? Nunca Uma Resposta Directa? [Risos] (trocadilho feito com a sigla NASA – Never A Straight Answer – Nunca uma Resposta Directa).

A revista Newsweek publicou um artigo há mais ou menos, duas semanas. Estou certo que a maioria o viu. Que artigo vergonhoso: À Procura de Alienígenas e, então, diz: A NASA está a  procurá-los [risos]. 

Quando estava em Espanha, os espanhóis perguntaram-me – no período em que estive lá, estávamos comemorando os 40 anos da Apolo 11. Caramba, aquilo foi demais, não foi? Colocamos um par de rapazes na Lua.  Estávamos a congratularmo-nos e a dar palmadinhas nas nossas costas: Não foi excelente? Não foi fixe? Não somos especiais?

Tive de dizer a alguns dos meus amigos espanhóis: Não acreditem naquele monte de bobagens da NASA. Eles foram à Lua, mas isso é apenas parte da história. A verdadeira história é o que eles encontraram lá e o que as fotografias mostravam.

Provavelmente já sabem, mas caso não saibam, dir-vos-ei novamente. Os cientistas da NASA admitiram, há dois anos, que apagaram inadvertidamente 40 rolos de filmes do Programa Apollo. Esta informação saiu na comunicação mediática e o Congresso não disse uma palavra – nada. A própria comunicação mediática divulgou a notícia e depois… fez-se silêncio.

 A NASA disse: Desculpem, apagamos 40 rolos de filme do Programa Apollo, -inadvertidamente e por engano. 

Estamos a falar de centenas, talvez de milhares de fotografias nestes 40 rolos. Eles apagaram tudo.

Por quê? Ora, mostrava o que eles encontraram na Lua; quando estavam a caminho; o que encontraram quando chegaram lá. Estas fotografias têm de desaparecer! Não podemos deixá-las circular por aí! 

Mas algum imbecil esqueceu-se que a NASA fez um contrato com a Agência Espacial Japonesa durante os anos 60, provavelmente envolvendo altas somas, onde os japoneses - um grupo de fulanos de lá - compraram todos os negativos de cada fotografia tirada ao longo de todo o Programa Apollo e tudo isso estava gravado nos computadores no Japão. 

Evidentemente, a NASA esqueceu-se desse promenor [risos].

Quero que percebam que há excelentes pessoas na NASA, têm bons cientistas, existem pessoas boas a trabalhar lá. Não estou a desmerecê-los, admiro-os e tenho muito respeito por eles. 

Os que realmente me aborrecem são os administradores, os que fazem as regras, os políticos. Esqueceram-se que haviam vendido tudo aos japoneses.

Eis que estou numa conferência em Tóquio. Era o convidado de Junichi Yaoi, um dos mais proeminentes pesquisadores e especialistas em OVNIs. Estive na rede nacional da televisão japonesa.

Quando estava lá deram-me umas fotografias tiradas pela NASA durante o Programa Apollo que a Agencia Espacial Japonesa estava guardando há mesmo muito tempo. Vou mostrar-lhes algumas agora.

[gritos/apitos/assobios/aplausos] 

[Lendo o slide] OK, este é o negativo número nove. Estes são os Sistemas da Apollo A-13, sim, Sistemas da Apollo 13. Tenham paciência enquanto arrumo isto aqui [posicionando o slide verticalmente].

OK. Esta fotografia foi tirada pela Apollo 13. Bom, lembram-se da Apollo 13? É aquela que nunca chegou à Lua. Houve uma pequena explosão no caminho, quando um tanque de oxigénio explodiu e eles quase não chegaram a Lua, apenas deram a volta à Lua, quase não voltavam para Terra.

Mas não estavam sós naquela viagem. Enquanto viajavam pelo espaço, indo e vindo,  tinham pequenas janelas e tiraram muitas fotos. 

Esta fotografia é uma que estava em poder da Agencia Espacial Japonesa. Podem ver aqui, as anotações em japonês. 

Enfim, esta é a Lua, no canto superior esquerdo. Estes dois objetos, B e C, são algum tipo de discos razoavelmente grandes. Mas aqui – “A” – que começa a entrar na imagem – esta é a fotografia e este é o negativo. Espero que todos possam vê-la.

[Apontando] Isto é um disco circular com uma cúpula. Aqui está a Lua, um outro disco, mas esse está a entrar em cena [“A”] e está aí. . Esta é a foto e este é o negativo. Este objecto tem 8 quilômetros de comprimento.

Portanto, podem imaginar por que razão a NASA se mantém calada? Como podem pronunciar-se a respeito de algo assim? Como podem divulgar algo como isto para vós? Um objecto que foi encontrado a caminho da Lua com 8 quilômetros de comprimento!

Vamos divagar um pouco. Tentem considerar uma tecnologia, uma cultura, uma civilização que não só pode construir algo assim, como também pode colocá-lo no espaço, pô-lo em órbita ao redor da Terra, equipá-lo e tripulá-lo… quantas?

Tive o prazer de estar nalguns porta-aviões. Meu filho é oficial da Marinha, passou 14 anos nos porta-aviões da classe Nimitz, propulsionados a energia atómica.

Para aqueles que não sabem, eles são impressionantes. Têm 300 metros de comprimento. Uma tripulação de 5 mil homens. Estes grandes porta-aviões nucleares da classe Nimitz têm 5 mil tripulantes. São enormes. São gigantescos. São inacreditáveis.

Um dia estávamos divagando, meu filho Eric e eu, sobre quantos tripulantes haveria numa nave com 8 km de comprimento? O que estariam a fazer? Qual seria a sua diversão? Qual seria a razão? Qual seria o propósito deles?

Tendo estado algumas vezes no porta-aviões Nimitz, sabem, são impressionantes – máquinas de refrigerantes, lanches e tudo o mais para deixar os tripulantes confortáveis. Presumi e concluí, que a bordo daquele objecto com 8 km de comprimento devem haver pistas de boliche, restaurantes, teatros [risos], todos os tipos de entretenimento. Pois aprendemos durante anos que se vocês forem extraterrestres e se estiverem envolvidos com seres humanos, irão precisar de entretenimento [risos/aplausos]!

Então, provavelmente, têm saunas a bordo e penso que talvez, um dos passatempos favoritos, seja assistir aos programas da televisão humana. Pensem por um instante, já que sabem o lixo que passa na televisão, e imaginem o que um monte de seres de outro sistema estelar estará a pensar.

Provavelmente, estão a rir às gargalhadas, pelos corredores,  devido a esses inacreditáveis macacos lá em baixo [risos]. Estão a  assistir às  nossas histórias – Dançando com as Estrelas? – e supostamente deveriam pensar que somos seres inteligentes, avançados, e sofisticados? Ah, Meu Deus! [Suspira] 

OK. Esta é a primeira foto. [coloca o próximo slide no projector] Aqui está a segunda. Este é o negativo número 10.

Agora este enorme objecto moveu-se para o centro da foto e um outro  apareceu aqui e calculou-se ter 3 quilômetros de comprimento. Mas, este tem 8 quilômetros. Aqui está a foto e este é o negativo.

É o mesmo objecto. Mas parece ter-se movido. Não temos uma visão lateral completa como na outra foto, mas vemo-lo um tanto alongado e aqui, vemos alguns objectos semelhantes a discos.

Parece ser um transportador. As naves saem e entram nele. É provavelmente um transportador/ uma nave mãe de discos extraterrestres que vemos nos nossos céus todos os dias.

Mas digo, novamente, quando começarem a considerar a magnitude do tamanho e as implicações do mesmo, quase podemos estar em sintonia com as autoridades: Não podemos divulgar este assunto às pessoas. Não, não, não. Elas não estão preparadas para isto.

Não, não ,não! “Eles” é que não estão prontos para isso! São eles que estão aterrorizados. Provavelmente vocês podem lidar com isso, mas eles não poderão? [Aplausos]

[Mostra a próxima foto] Ah! Esta é apenas o inicio da história. Durante anos tive a sorte de encontrar pessoas Inteligentes nos lugares mais improváveis. 

Estava a falar numa conferência em Bay Area, há alguns anos, e um indivíduo chamado Norman Bergrun apareceu por lá. Norman aposentou-se da NASA após 30 anos de trabalho. Era engenheiro e especialista em fotografia. Ele e várias outras pessoas foram responsáveis por todo o Programa Voyager

No fim dos anos 70, os astrónomos e cientistas da NASA descobriram que acontecia algumas anomalias nos anéis de Saturno.

Adoro a palavra anomalia. Estavam acontecendo coisas por lá, mas não sabiam do que se tratava e não sabiam como explicá-las. Assim, o que fizeram foi criar um programa multimilionário chamado Voyager e mandaram a Voyager aos anéis de Saturno em 1980. 

Quando a Voyager 1 chegou aos anéis de Saturno começou a tirar fotos, que foram enviadas para a NASA e eles ficaram pasmados - literalmente admirados. Viram coisas que jamais esperavam ver.

Antes de entrar em detalhes a respeito destas fotos, dir-vos-ei que Norman Bergrun, de 1 metro e meio de altura, com bochechas rosadas e gravata borboleta, era incrívelmente brilhante. No ano passado, quando o vi em Bay Area, tinha 87 anos.

Não fui capaz de encontrá-lo. Tentei por telefone, a minha esposa tentou por computador – não conseguimos encontrá-lo. Não sei se morreu e voltou para Casa, ou o que aconteceu. 

Tudo o que sei é que ano passado, em Bay Area, apresentei-o na conferência e as pessoas rodearam-no. Ele tinha uma caixa com livros e após ser apresentado à plateia que o envolveu, vendeu rapidamente os livros que tinha por 50 dólares cada.

Norman era uma daquelas excelentes pessoas da NASA, homem honesto que gostaria de dizer-lhes tudo o que eles (na NASA) aprenderam e tudo o que sabiam.

Enfim, Norman, em 1986, após algumas frustações, decidiu quebrar o silêncio e publicar as fotografias que a  Voyager Um  tirou aos anéis de Saturno.

Não conseguiu publicar o livro nos EUA e adivinhem por quê?! Os editores americanos nem tocaram no livro, nem falaram com Norman. Teve de ir a Aberdeen, na Escócia, para conseguir publicar o livro [aponta para a foto no slide] e esta é 
a capa do livro. [O título é Os Criadores dos Anéis de Saturno = Ringmakers of Saturn]

Creio que poderão encontrá-lo mas vou dizer já que deve ter um preço elevado, pois é um livro cobiçado por coleccionadores. 

Eu estava encantado por tê-lo encontrado e apresentado na conferência de Bay Area no ano passado. A reação da plateia foi esmagadora. O seu rosto  iluminou-se e ele deu-me um grande abraço. Tinha lágrimas nos olhos. Publicou o livro em Aberdeen, na Escócia, e é um livro revelador. 

[Apontando para a foto] Na capa do livro, o que se vê aqui é a parte do anel B de Saturno. Existem muitos anéis, A, B, C, são grandes. Saturno é um planeta gigante e estes anéis são incríveis. 

Isto aqui [mostrando um zoom do ponto laranja na capa do livro]: tem luminosidade própria. Obviamente foi construído artificialmente e por um controlo inteligente, pois move-se à volta dos anéis de Saturno. Não sabem explicar o que pode ser, mas é maior do que a nossa Lua – um objecto artificial e inteligente que é maior do que a nossa Lua e que se move ao redor dos anéis de Saturno. 

Temos uma foto dele e não sabemos o que dizer, o que fazer e o que responder. Maior do que a nossa Lua! Ah, mas isto é apenas uma parte da história.

[Muda a foto] Vamos lá. Este é o anel A  e os dados estatísticos vão surpreender-vos. Este objecto foi construído artificialmente, como Norman diz. A NASA denominou-o veiculo eletromagnético. Isso tem 3.600 quilômetros de comprimento e cerca de 720 quilômetros de diâmetro. Isso mesmo, 3.600 quilômetros de comprimento!

Há outro objecto artificial também com luminosidade própria [dá um zoom no ponto grande da foto], quase do tamanho da nossa Lua que, aparentemente, se move por toda a parte, obviamente sob controlo inteligente.

Pensem nisto. Considerem por um instante a civilização, a tecnologia e a cultura que não só construiu algo assim mas, que o colocou no espaço, e que o move para onde querem, seja qual for o propósito.

Norman pensava que eles estavam a construir os anéis, por isso deu ao livro o titulo - “Os Criadores de Anéis”. 

Perguntei: Norman alguma vez parou para pensar que eles poderiam estar a fazer extracção de minerais nos anéis? Concluímos após várias missões – a Voyager Um foi a primeira de muitas – que os anéis são feitos de minerais sabe lá Deus de quantos.

E acrescentei: Pare de pensar em tecnologia avançada. Eles poderiam estar extraindo minérios naqueles anéis e os minerais são valiosos? Pense nos nutrientes! Tem-se todas essas coisas boas.

Ele respondeu: Sabe, nunca pensei que pudesse ser mineração.

Gostaria de saber o que aconteceu ao Norman, perdi-lhe o rasto. O livro dele é uma prova de que há pessoas decentes na NASA, que querem que a verdade seja conhecida por todos.

Bom, vamos fazer uma contagem. Quantos estão espantados e chocados com o facto destes objectos estarem lá? Ah, só isso! Espantados e chocados! Isso é bom, isso é bom. 
Fiquei espantado e chocado a primeira vez que vi e foi quando comecei a juntar os factos e a considerar o seu significado. Pois aqui chegamos  a uma questão importante: O que é que isto significa? 

Presumo que muitos conhecem e estão familiarizados com um brilhante Físico e educador, em New York, chamado Michio Kaku, um homem jovem e  brilhante, físico quântico e teórico. Michio apareceu com o que considera ser a possibilidade de existirem quatro tipos diferentes de civilizações avançadas: Tipos I, II, III e IV.

Ah, a propósito, vocês são os membros da civilização Tipo Zero-Zero [risos]. Não é que não saibam, mas ainda não chegaram ao Tipo I.

A conclusão a que chegamos é que observávamos, no mínimo, uma civilização de Tipo II [referindo-se novamente à foto]

Então, como é que esses tipos lá fora nos vêem? Com franqueza, o que conseguem imaginar que eles pensam de nós? 

Faço uma boa ideia, pois recebo algumas informações fidedignas de militares e cientistas americanos que não só se encontraram com alguns deles, como também trabalham juntamente com eles em laboratórios do governo americano em Sandia, em Los Alamos e no Laboratório Nacional de Brookhaven, em Long Island, que é um laboratório super secreto.

Enfim, temos cientistas e militares que têm trabalhado com alguns desses seres, pois eles estão entre nós. 

Quando me aposentei, sabíamos da existência de quatro grupos diferentes. Todos humanoides, mas não eram o tipo de pessoas que poderiam passear pela rua, num sábado a tarde, sem chamar a atenção.

Porém, um destes quatro grupos parece-se exactamente como nós. Poderiam estar sentados próximo de vocês, neste auditório e nem notariam, ou num avião, ou num restaurante, ou num teatro…

Eles estão entre nós. Este grupo em particular,  está entre nós, aparentemente desde 1954, quando Ike os encontrou na Base Aérea de Muroc, na Califórnia. Estão a trabalhar connosco, a tentar ajudar-nos na transição da adolescência para a vida adulta. 

Por que é que estão a ajudar-nos? Visivelmente, este é o mesmo grupo que modificou a nossa genética há 10 mil ou há 100 mil anos.

Se quiserem conhecer um pouco deste assunto, leiam Zecharia Sitchin, que creio, que muitos de vós o conhecem. As histórias dele são surpreendentemente exactas, porque contam literalmente a história do ínicio da Humanidade. Eles traduziram aquelas placas cuneiformes antigas da Suméria. Zecharia não foi o único. Houve um inglês brilhante chamado Christian O’Brien. Foi para Casa há um ano (morreu). Christian O’Brien escreveu um belo livro, inacreditável e poderoso, chamado The Genius ofthe Few (O Gênio de Poucos). Se o encontrarem, comprem-no. 

Christian O’Brien disse a mesma coisa que Zecharia: Fomos geneticamente modificados, eles têm ido e vindo e estão entre nós há muito tempo.

Alguém perguntou a Zecharia uma vez: Zecharia, quando é que eles voltarão? Ele respondeu: O que o faz pensar que eles foram embora?

Penso que eles nunca foram embora. 

Bom, tenho outra informação que será chocante, pelo menos ela chocou-me quando eu soube disso.

Quando estava numa conferência na Alemanha, há alguns anos, uma cosmonauta russa chamada MarinaPopovich entregou, a mim e a um pesquisador amigo meu, Michael Hesemann, cópias de fotografias que a missão soviética Phobos tirou em Marte, quando estiveram lá há 15 ou 20 anos. 

Os soviéticos enviaram esta fantástica missão a Marte. A chamaram Phobos 2, porque Phobos 1 era o nome de uma das luas marcianas, com 20 quilómetros de diâmetro. Tiraram muitas fotos [trocando a foto no projetcor].Numa destas fotografias que Michael Hesemann publicou na revista dele, há uma cidade do tamanho de Chicago sob a superfície de Marte, gerando uma enorme quantidade de calor, pois esta foto foi tirada usando infravermelhos. Está escrita em alemão, mas Michael publicou-a na revista.

Uma foto tirada pela Phobos 2, de uma cidade subterrânea do tamanho de Chicago. Dá para notar os quarteirões, as ruas e etc. Sim, Virgínia, existem marcianos e eles estão em Marte. 

Alguns deles provavelmente estão aqui, porque aparentemente não somos muito diferentes deles. 

Vocês nunca viram isto publicado num jornal, ou numa revista americana. Teve que ser publicado na Alemanha por Michael Hesemann. 

[Próxima foto] Phobos 2 tirou outra foto enquanto estava a orbitar Marte – e disseram-me que realmente planeavam pousar na lua Phobos. Mas, não conseguiram porque enquanto estavam a orbitar Marte,uma coisa gigantesca veio da superfície de Marte e, aparentemente, bateu em Phobos 2, tirando-a da órbita e arremessando-a contra a superfície de Marte.

Foi como se alguém tivesse dito: Não, não, não! Vocês podem vir e olhar, mas não podem ficar muito tempo e não vão tirar muitas fotos. Não permitiremos isso. 

[Suspira] OK, acho que não tenho mais fotos para vocês, nesta tarde [aplausos].

Como disse, estou irritado. Tenho esta Lista de Irritação, que fiz com alegria e prazer [risos]. Os políticos encabeçam a lista, principalmente o Congresso Americano. São um monte de palhaços, o Congresso é um circo.

Os teólogos vem a seguir [murmúrios na plateia]. Perdoem-me, não tenho nada contra a religião, apenas não gosto da religião porque ela tem tendência a separar as pessoas. Separa as pessoas [aplausos]. O meu Deus é melhor do que o seu. O meu livro é melhor do que o seu. A minha história é mais real do que a sua, e assim sucessivamente.

Não sou religioso. Já estudei todas as religiões, Hinduísmo, Islamismo, Judaísmo.

Fui criado como Cristão, estudei o Cristianismo. Considero aquele jovem da Galiléia, o meu melhor amigo, mas é outra história, acho que não terei tempo de contar. Fiz algumas regressões hipnóticas de vidas passadas, há alguns anos e uma das vidas que tive foi na Galiléia, há 2 mil anos com Ele. Por isso digo que foi e ainda é, o meu melhor amigo.

De qualquer modo, não sou anti-religioso. Respeito as pessoas que são sinceras e honestas com relação à religião – mas a religião separa as pessoas – e tento promover o conceito de uma aproximação espiritual  à vida [aplausos]. 

Se vocês, seres humanos, tivessem alguma ideia do que são! Meu Deus, vocês são incríveis! Todos vocês são obras-primas.

Realmente precisam saber o que Yogananda disse – precisam alcançar um estado de auto-realização, quando reconhecerem que dentro de vós há uma centelha de pura Divindade, e não importa qual seja a vossa religião, idioma, ou qual a tendência politica que tenham, ou de que cor é a vossa pele – nada disso importa.

Vocês têm a Divindade dentro de vós. São parte da centelha infinita, como meu amigo da Galiléia disse: O reino dos céus está dentro de vós.

O povo daquela época realmente não tinha idéia do que ele dizia, mas as verdades e as palavras dele são tão verdadeiras hoje como eram antes. Vocês estão a compreender, começam a prestar atenção, estão a  acordar.

Como estava a dizer, a minha Lista de Irritação continua. Temos a NASA, os políticos, os teólogos e agora é a vez do conjunto do povo americano: o público. Como costumam chamá-los? Fulanos de tal? Os Zé Ninguém?

Vejam, tenho de ser gentil com o Zé Ninguém, porque, neste momento, Deus o abençoe, pode ter perdido o emprego, pode estar a perder a casa, não pode pagar as contas, tem filhos na escola e tem de vestí-los. Portanto, tento ser gentil com o Zé Ninguém porque ele carrega um fardo muito pesado.

Há dezenas de milhares deles lá fora, por todo o país. Deve haver alguns deles na plateia esta noite e, provavelmente, vocês conheçam alguns e são óptimas pessoas. Não estou a lançar-lhes culpas – o facto é que não estão a prestar atenção. 


Fico irritado com corridas de carro – NASCAR! Com jogos de basquete, de futebol, de golfe! Meu Deus, que obsessão que têm por estas bolas pequenas, não é? [Risos/aplausos]. Será que Freud teria alguma preocupação com isso? – sem trocadilhos. O velho Sigmund teria muito trabalho nos dias de hoje.

Desculpem a minha divagação, mas era importante tocar neste assunto…

Uma das coisas que me confrange no cidadão comum é a falta de atenção.

Toda a população parece estar sofrendo do que é designado como o Síndroma do Déficite de Atenção. É um problema que afecta as crianças na escola. Parece que não conseguem concentrar-se em qualquer assunto durante mais de dois ou três minutos e puuufff – desconcentram-se.

Culpo a televisão, assim como os pais por permitirem que as crianças assistam à TV. Nos dias de hoje, quantas é que se sentam para ler um bom livro?

De qualquer modo, o poder de concentração deles  é muito limitado. De um modo geral, as pessoas têm uma atenção limitada.

Por exemplo, deixem-me voltar… regredir alguns anos [verificando as anotações]. Ah! Werner von Braun disse em 1959 – atentem para o ano, 1959, cinco anos após 1954.

O que foi que aconteceu em 1954? Bom, alguma coisa fora do comum aconteceu na Base Aérea Muroc, na Califórnia, em 1954, quando um presidente idoso teve um encontro que literalmente quase o matou – pois logo após este evento o pobre idoso teve um ataque cardíaco. Não foi capaz de lidar com esta situação. [A Base da Força Aérea de Muroc foi rebaptizada como Base da Força Aérea Edwards.]

Em resumo, em 1959, um famoso nazi chamado Werner von Braun, que criou todo o programa Saturno V, fez uma declaração que apareceu em diversos jornais americanos – não estou a brincar – foi publicado nos jornais.

Werner disse, em 1959: Encontramo-nos perante potencias muito mais avançadas do que supunhamos até agora e desconhecemos a sua origem. Não posso dizer mais nada por agora. Estamos a diligenciar ter um contacto mais próximo com estas potências.

 Vocês não pensam que Werner poderia ser questionado por esse facto: Explique-se! Do que é que está a falar? Quem são estas potências? Quero dizer, você é um dos principais cientistas que temos, está criando o Programa Apollo para nós. 

Isto foi em 1959! Não houve nenhuma resposta! Foi como, vuupt! - apenas sumiu. [faz um gesto como voando por cima da cabeça de todos]

Ah! 1980. Outro professor alemão chamado Hermann Oberth falou de algo que também foi publicado nos jornais americanos: Não podemos receber sozinhos os créditos pelo rápido desenvolvimento em alguns campos científicos, pois temos sido ajudados por seres de outros mundos.

 Isso não causa arrepios? As pessoas deveriam dizer: O que é que está a dizer, Professor? “Seres de outros mundos?” O quê? Uma afirmação como essa requer respostas e ninguém as colocou.

 Em 1987, um senador americano eminente do Hawai, Daniel K. Inouye, disse numa comissão que consta dos Registos do Congresso: Há um governo sombra, juntamente com a Força Aérea, com a Marinha e tem o seu próprio mecanismo de angariar fundos, e capacidade de perseguir os próprios ideais de interesse nacional, livre de investigação e de questionamentos, livre até da lei. E consta dos Registos do Congresso.

Esta declaração causou alguma reacção? As pessoas questionaram: Senador. do que está a falar? Isso é incrível.

O Síndroma do Déficite da Atenção! 


AllenHynek disse antes de falecer:  Uma série de eventos ocorreram em New York, ao longo do Rio Hudson há alguns anos – ficaram conhecidos como Os Eventos do Rio Hudson – em que foram vistos objectos triangulares parecidos com boumerangs, com 1.600 metros de comprimento e 2.400 metros de envergadura a pairar sobre o Rio Hudson, a deslocar-se vagarosamente por toda a auto estrada Taconic – presenciado por centenas de pessoas. As pessoas paravam os automóveis na berma da estrada para poder ver os objectos. 

Era gigantesco. Pairou sobre o reactor nuclear de Indian Point durante uma hora. Todos os alarmes dispararam, todo o pessoal de segurança se mobilizou, e não se ouviu nenhuma palavra das autoridades sobre este acontecimento – foi real - à excepção da estúpida explicação de que alguns rapazes estavam voando com pequenos aviões em formação.

O FAA [Administração da Aviação Civil Americana], para sua eterna vergonha disse coisas como: Ah, estes rapazes estavam voando em aviões pequenos, em formação à noite – sem mencionar que isto seria uma violação muito grave dos regulamentos de voo da própria FAA. Como se estes rapazes nestes aviões pequenos pudessem fazer uma formação triangular, um boumerang, com 2.400 metros de largura!

O Síndroma do Déficite da Atenção! Sempre a continuar.

Onde estou? [referindo-se às anotações dele] Como disse, tenho uma tendência a divagar. Desculpem. OK, contei uma pequena parábola. Falei de David Froning, de Ben Rich, mencionei Inouye, von Braun, Oberth, o governo sombra.

Ah, quero falar sobre outra coisa. Aconteceu uma situação engraçada. Acho-a engraçada e trágica.

Há um jovem britânico chamado Gary McKinnon. Muitos de vós conhecem esta história. Gary parece ser um ‘nerd’ de computadores. É um génio, um hacker.

Bom, Gary conseguiu invadir os computadores do Departamento de Defesa há um ano ou há pouco mais de um ano. Invadiu os computadores da NASA há quase um ano e encontrou coisas inacreditáveis. 

Então, o que aconteceu é que descobrimos, chamamos os ingleses e dissemos: Queremos esse homem. Vamos colocá-lo em julgamento e jogá-lo na cadeia durante 70 anos.

 E o pior, valha-me Deus, é que os britânicos concordaram em extraditá-lo para os EUA. O que tenho curiosidade em saber é que tipo de julgamento estavam planeando para McKinnon.Teria que ser um julgamento público. Ele não é cidadão americano. Estavam a acusá-lo de violar os nossos sistemas de segurança.

Portanto, estão a extraditar esse jovem para os EUA, a fim de submetê-lo a julgamento por ter invadido os computadores da NASA e do Departamento de Defesa.

Muitos de nós pensam que deveriam contratar este rapaz, pelo amor de Deus, dar-lhe um emprego [aplausos]. Se ele consegue invadir aqueles computadores, então sabe muito bem o que está a fazer. 

Falarei rapidamente do que Gary McKinnon encontrou nestes computadores. Ah... O que é que encontrou quando invadiu aqueles computadores?

Descarregou algumas coisas bem interessantes e mandou tudo para um pesquisador britânico, Timothy Good. Como muitos devem saber, Timothy é provavelmente um dos principais pesquisadores do planeta. É um jovem brilhante. Digo jovem – pois tem quase a idade do meu filho, cerca de 57 anos, próximo dos 60. 

Enfim, Timothy Good recebeu o material que McKinnon lhe enviou. McKinnon diz: Tenho aqui coisas incríveis, e deu-as a Timothy, na esperança de que talvez Timothy, eventualmente, pudesse publicar o material. Agora a questão é -  será que eles também tentarão extraditar Timothy Good para os EUA para julgá-lo e prendê-lo?

Não sabemos. Os britânicos que encontrei em Barcelona disseram-me que esta história era verdadeira.

Bom, mas o que foi que McKinnon encontrou? Apenas mencionando uma delas, foram ordens militares transferindo um Comandante de uma embarcação para outra, no caso em questão, da embarcação USSS Curtis Lemay para a USSS RoscoeHillencotter.

Curtis Lemay já faleceu e vocês bem sabem que ele foi um dos principais Generais Quatro Estrelas da Força Aérea, que bombardeou o Japão levando-o praticamente para a Idade da Pedra, pois era o Comandante Aéreo Estratégico. Há uma embarcação chamada USSS Curtis Lemay e um Comandante foi transferido dela para a USSS Roscoe Hillencotter.

Roscoe Hillencotter também já faleceu. Era um Almirante Quatro Estrelas da Marinha e foi o primeiro director da CIA. Os pesquisadores consultaram os registos e não havia embarcações com estes nomes em todo o Manifesto da Marinha Americana. 

Portanto, surge a questão: Meu Deus, onde está a Curtis Lemay? E o Hillencotter? A conclusão a que chegamos é que, aparentemente, eles estão nalgum lugar, em órbita. Então, estamos a falar de um dos maiores segredos de todos os tempos – para onde devem ter ido os vossos triliões de dólares desaparecidos. 

Há um segundo programa espacial que vocês estão a financiar e do qual nada sabem, o que faz da NASA uma anedota. Temos um programa espacial  que, é conhecido como Comando Aeroespacial Norte Americano e é um empreendimento conjunto. Inclui a Marinha, o Exército, a Força Aérea, o Corpo de Fuzileiros, assim como, o Comando Aeroespacial Britânico. 

Lançam satélites de locais diferentes do planeta. Mantém, aparentemente, uma frota inteira de satélites em órbita. Têm sistemas antigravitacionais e energias do ponto-zero, às quais vocês têm direito de aceder, mas não vão ouvir falar delas durante mais dez anos. 

Foi para aí que foram os triliões de dólares desaparecidos. Vocês conhecem a história: 1998, 1999 e 2000, desapareceram 1,7 triliões de dólares por ano, nesses três anos. Pensam que houve algum tumulto da parte daquele bando de palhaços do Congresso? Acham que houve perguntas? Para onde foi aquele dinheiro? Esqueçam!

Na véspera do 11 de Setembro o Secretário da Defesa disse: Estamos com falta de 3 triliões de dólares. Não podemos explicar o que houve. Não esta contabilizado. Estamos a investigar. Deve ter sido um erro de contabilidade [risos]. Vocês sabem como eles são: Ambíguos. George Orwell [novelista inglês] ficaria muito feliz com estes indivíduos. 

Três triliões de dólares desapareceram, depois de já terem desaparecido 1.7 trilhões de dólares nesses três anos? Está aí a verba para o Comando Aero espacial que Daniel Inouye falou – um governo sombra que nem se sabe se existe. Têm a tecnologia que Ben Rich afirmou estar 100 anos além da ciência convencional. 

E, realmente, falamos em coisas que aborrecem, esse tipo de informação deixa-me louco. Digo-vos – e espero que estejam tão revoltados como eu – que temos que pedir explicações a estes idiotas, ou perderemos o nosso país, e não quero ver isso a acontecer.
Quando entrei para a vida militar assinei um juramento no qual me comprometia a morrer pela Constituição se necessário e eu acredito nela. Foi um trabalho de génio, a melhor forma de governo jamais concebido. Eles a estão a deitá-la ao lixo e não estamos a fazer nada para impedí-lo. Não insistimos para que prestem contas dos seus cargos e dos seus salários chorudos. 

[Suspira] OK pessoal. Hoje falamos sobre muita coisa. Como disse, tendo a divagar. Acho que é o nome do jogo. Estou chegando ao fim da minha apresentação.

Há anos que venho a falar destes assuntos sem rodeios. É a maior história da História Humana por que É a história DA raça humana. É a vossa História. É o que vocês são, como chegaram aqui e para onde vão. 

Estou indignado com os pregadores do apocalipse. Ah, meu Deus! 2012, estamos condenados. É o fim! Os asteroides! O que quer que seja. Mudança nos pólos. Estamos perdidos.

Alguns anos atrás na Alemanha, um xamã Maia  disse-me: Vocês, os brancos, fazem isso o tempo todo, vocês estragam tudo! Esta História não está a correcta. 

Disse: Sou um especialista do meu calendário. Sou especialista da História do meu povo e não será o final do mundo – é o inicio de uma nova era. 

E continuou: Estamos a aguardar 2012,com antecipação e entusiasmo. O velho mundo está a chegar ao fim e aproxima-se um novo modo de pensar; será muito diferente do que jamais existiu antes, estamos muito entusiasmados com o futuro. 

2012 – este dia virá e passará. Será o fim de nossa longa contagem, mas, e daí? O que é importante é que uma nova era se aproxima. E vocês fazem parte dela.

Para finalizar digo que haverá tempos difíceis por que estamos literalmente nesta transição que é uma transformação, não só do planeta, mas da espécie humana. E é, sobretudo, de natureza espiritual. É algo promissor para se discutir, entender e aceitar.

Como já disse, estamos a sair da adolescência. Estamos a deixar a adolescência e a tornar-nos adultos. 

Se recordam e sei que se lembram, a adolescência não é muito divertida. Eu  achei-a muito dolorosa, assim como meus pais acharam durante a minha adolescência. Mas estamos a fazer esta transição, é promissora e favorável.

Quero deixá-los com uma ou duas observações que acho importantes. 

Sou fã de Leon Tolstoy, um dos meus escritores favoritos. Era um místico, um grande escritor e filósofo. O Conde Leon Tolstoy disse e cito-o:

            
            Há algo no espirito humano que sobreviverá e prevalecerá.
            Há uma Luz acesa, pequena e brilhante, no coração dos homens,
            que não se apagará, não importa quão escuro se torne o mundo.


Quero despedir-me esta noite com este comentário sobre a chama Divina que arde intensamente dentro de cada um de nós.

Que Deus vos abençoe e boa noite.

[longos aplausos/gritos/assobios/ovações]

Obrigado! [aperto de mão a Bill Ryan] Terminei.



Tradutora: Maria Luísa de Vasconcellos
Email: luisavasconcellos2012@gmail.com

TRANS + TRANS

Asking for Translators

Kindly translate these interviews in your native languages and sent them to

luisavasconcellos2012@gmail.com

They will be posted here and sent to Kerry Cassidy for being posted at Project Camelot website.

Many thanks in advance.


Asking for Transcribers


kerry@projectcamelot.tv> wrote:

Hi all,

We have lots of Camelot videos still needing transcripts. Anyone who wants to contribute a transcript is welcome.

http://projectcamelotportal.com/interviews/english-transcripts

Best wishes

Kerry

ascension