
Uma entrevista gravada em vídeo com Dan Burisch
Las Vegas, Julho 2006
Gravada, editada e dirigida por Kerry Lynn Cassidy
(continuação da Parte 1 - please click
here)
“...há um ser humano real por trás dele, tão
desarrumado como eles são, provavelmente, mais ...
Sim. Eles deveriam sabê-lo. "

Relacionamento com Chi’el’ah: J-Rod
Kerry
Cassidy: Vou dizer-lhe honestamente. Quando vi o segmento da
entrevista de Bill Hamilton consigo e
você estava a falar do seu relacionamento com o J-Rod e como comunicava com ele
telepaticamente...
Dan
Burisch: Ãh hãh.
K: Pareceu-me incrivelmente real. E desde essa altura fiquei muito interessada no que você tinha para dizer.
D: Ah...
K: Porque disse: ‘Este homem experimentou realmente isto. Não é treta. Isto é verdade.
D: Sim.
K: Portanto se pudesse tornar a contar, talvez como começou a trabalhar com J-Rod…
D: Bem, já estava a trabalhar comigo antes de conhecê-lo. Claro que já estava a bordo, como compreendo. Não tenho memória dele directamente mas quero dizer, compreendo, em ’73... ele viajou até ’73 e então... foi isto mesmo que eu disse ao telefone, a Jeff Rense. Sabe, eu disse: ’Meu Deus, como isto não me surpreende.” Quero dizer, surpreendeu a minha mente. E quando você pensa em paradoxos para começar. Que ele viajou até 1973, fui recolhido e depois, seguidamente, ele viajou de regresso a 1953 e houve um acidente. O que significa que ele foi levado para S-4 em 1973, na altura em que eu estava a jogar a bola com o meu avô, e que ele também estava a bordo da nave, surgindo no nosso tempo, erguendo-me. Prosaicamente, isto soa a loucura, mas, sim, é um paradoxo. Suponho, quer dizer...mas realmente entrei em contacto directo com ele no final de 1993, princípio de ’94.
